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Clássico da semana: Sunbeam Tiger

02/10/2012
Sunbeam Tiger

Sunbeam Tiger

 

O AC Cobra foi a inspiração para o Sunbeam Tiger, que transformou o Alpine conversível de dois lugares de 1959 em um esportivo capaz de alcançar 193 km/h. Sua versão de origem era equipada por um motor 4 cilindros 1.5 litro que levava o carro a uma velocidade máxima anêmica de 145 km/h. Criado para o mercado norte-americano, o carrinho sofria diante da concorrência de MGs e Triumphs, além dos recém chegados muscle cars de alta potência.

 

Sunbeam Tiger

Sunbeam Tiger

 

A solução apareceu em 1964, com o nome de Sunbeam Tiger, resgatado do carro recordista de velocidade de 1925. Seu criador chamava-se Ian Gerrad, gerente de vendas da Rootes West Coast e que teve o apoio de Carroll Shelby na adaptação de um motor Ford V8 de 4.2 litros no Alpine Series II. Um segundo protótipo foi construído por Ken Miles, que era engenheiro de desenvolvimento da empresa.

Com os resultados animadores, a Rootes resolveu seguir com o projeto, cuja montagem ficou a cargo da marca inglesa Jensen. O exterior do carro ficou um pouco diferente do irmão Alpine Series IV, que continuou em produção. Algumas mudanças importantes também foram feitas na mecânica, como nova direção por pinhão e cremalheira, novo radiador, novo eixo traseiro, novas regulagens de molas e nova caixa de marchas Borg-Warner, que depois foi substituída por uma caixa Ford mais moderna.

 

Sunbeam Tiger

Sunbeam Tiger

Sunbeam Tiger

Sunbeam Tiger

 

As modificações transformaram tanto a performance quanto o consumo, que ficou em torno de 6,5 km/l. Mas na época isso não era um problema, pois o carro tinha um tanque extra para aumentar a autonomia. Inicialmente todas as versões produzidas eram para exportação. Versões com direção do lado direito foram introduzidas em 1965.

Em 1967 foi lançada a versão Tiger II, equipada com o V8 de 289 polegadas cúbicas do Ford Mustang, que levava o carro a 201 km/h. Os incrementos ficavam completos com nova grade do radiador e faixas lateriais. Nesse mesmo ano, a Chrysler passou a controlar a Rootes e deciciu não continuar fabricando um carro equipado com o motor de uma marca concorrente. A produção foi encerrada em meados de 1967, com 6495 unidades do Tiger I e apenas 571 do Tiger II, tornando este roadster bastante especial e raro.

 

 

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